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Primeiras imagens de American Gods, nova série do criador de Hannibal

primeiras imagens de American Gods, do canal Starz

“Aqui está a igreja, o campanário, abra as portas e veja um leprechaun lutando contra um e-presidiário em um bar decorado com crocodilos”.

Bem vindos a American Gods (Deuses Americanos), a aguardada adaptação para TV do romance contemporâneo, estranho e alucinógeno de Neil Gaiman, que vai tomar conta das telas no canal Starz em 2017.

O site Entertainment Weekly foi um dos primeiros a ver uma cena da série entre Shadow (Ricky Whittle), Wednesday (Ian McShane) e Mad Sweeney (Pablo Schreiber), e o cenário é muito familiar para os fãs da história de Gaiman: o Jack’s Crocodile Bar. O produtor Bryan Fuller comenta que o bar é a porta de entrada para que Shadow conheça muitos deuses e criaturas mágicas, como o leprechaun que lhe oferece uma moeda de ouro mágica.

American Gods propõe um mundo onde os deuses são reais e os humanos são apenas peões em um grande jogo de xadrez. Os protagonistas são Shadow e Wednesday. Shadow é um ex-presidiário, que é libertado da prisão e logo se vê envolvido em uma guerra entre duas nações, a dos Velhos Deuses, cujo poder sobre a América foi acabando lentamente conforme a primeira geração de imigrantes foi deixando de acreditar e Os Novos Deuses, um novo grupo de mitos modernos criados na própria América. Quem faz parte do grupo dos novos deuses é Media, interpretada por Gillian Anderson (a Scully de Arquivo X, Bedelia de Hannibal), que vive da atenção e adoração das pessoas, mudando o foco das histórias sempre a seu favor.

“Neil criou essa maravilhosa caixa de bichinhos de pelúcia cheios de pontos de vista culturais sobre o sistema operacional dos americanos e isso em si é tão fascinante e mitológico”, diz Fuller. “É realmente muito mais do que uma história de imigração, é uma história sobre Deuses”. Michael Green, também produtor da série que já foi parceiro de Fuller em Heroes, acrescenta: “Um dos grandes desafios foi tirar a idéia de deuses como X-Men ou criaturas gigantes com super poderes. Nós queríamos que eles fossem pessoas com problemas. Não se trata de raios e trovões, é sobre a questão da sobrevivência no dia-a-dia”.

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